| Saúde // Experiência Repórteres contam a experiência de serem hipnotizados Publicado em 25.10.2010, às 18h43 Do JC Online Repórteres do JC Online, da Rádio Jornal e do Jornal do Commercio passaram por uma sessão de hipnose na tarde desta segunda-feira (25). Oito jornalistas se submeteram ao trabalho do hipnólogo gaúcho Reinaldo Normann Momo, que está no Recife e participou do programa Consultório de Graça, com a jornalista Graça Araújo, na Rádio Jornal. A seguir você confere os vídeos com os repórteres Everson Teixeira (Rádio Jornal), Priscila Muniz (JC Online) e Daniel Guedes (JC Online). A repórter do JC Online Paula Schver e o editor-assistente do portal Gustavo Belarmino também narram a experiência que tiveram.
Paula Schver (repórter)
Gustavo Belarmino (editor assistente) |
| "Na verdade eu nem tinha me 'alistado' para participar
da experiência. Eu estava lá apenas para filmar. Fui pega de
surpresa pelo hipnólogo. A entrega foi imediata: após poucos
segundos, senti que já não tinha o domínio do meu corpo. Escutava
tudo, percebia tudo o que estava acontecendo ao redor, mas de
alguma forma o meu corpo se tornou algo independente, que não
queria sair daquela situação estática. O engraçado foi que a
minha perna estava numa posição desconfortável, e mesmo tentando
movê-la, não tive sucesso. Também senti meu coração disparado
durante todo o tempo, e as pálpebras tremiam sem parar. Acordei
sorrindo bastante. Acho que a palavra não é bem 'acordar', porque
não se trata de sono. É algo consciente, mas de alguma maneira,
involuntário"
Priscila Muniz (repórter) |
| "Desde pequeno tinha vontade de experimentar a hipnose.
Já vi algumas vezes em programas de televisão, mas nunca acreditei.
Sempre imaginei que o hipnólogo combinava com a "cobaia"
antes da sessão começar. Hoje tive a prova de que alguém realmente
pode ser hipnotizado. Eu acredito que fui. A princípio descrente,
relaxei quando o profissional pediu. Quando fui deitado no chão,
não sentia mais o peso do corpo. Meu olho direito estava entreaberto.
Queria, mas não tinha impulso para abrí-lo completamente. O
riso nervoso de antes ficou contido. Conseguia ouvir tudo o
que diziam a minha volta. Porém não tinha condições de reagir.
O que mais me chamou a atenção foi o momento em que Dr. Reinaldo
pediu para que eu ficasse com o braço e perna eretos. Consegui
obedecê-lo sem fazer esforço. No momento em que ele me "acordou"
me senti leve, feliz. Gostei da experiência"
Daniel Guedes (repórter) |
